Counter-Strike é um dos jogos mais marcantes da história dos FPS e continua sendo incrível mesmo depois de tantos anos. A sensação de jogar é única: cada partida traz aquele misto de adrenalina, estratégia e trabalho em equipe que poucos jogos conseguem oferecer. O equilíbrio entre habilidade individual e cooperação é o que torna o jogo tão viciante. Não é só sobre mirar bem — é sobre pensar rápido, se comunicar com o time e tomar decisões inteligentes em segundos. Cada round conta, e a tensão até o último segundo é viciante. Outro ponto positivo é a longevidade: mesmo após centenas (ou milhares) de horas, o jogo ainda consegue ser divertido. Sempre há algo novo para aprender, seja em táticas, mapas ou simplesmente em melhorar suas próprias habilidades. Além disso, a comunidade é imensa e ativa, o que garante sempre partidas rápidas e competitivas. E claro, o cenário competitivo é uma atração à parte, servindo como inspiração para qualquer jogador. Counter-Strike é um clássico absoluto, um jogo que consegue ser simples e profundo ao mesmo tempo. Perfeito para quem gosta de desafio, competição e muita emoção. Nota: 10/10 — um verdadeiro ícone dos games.
Pior jogo de todos, um caça níqueis disfarçado de FPS. Onde a valve dita o valor do mercado, e se quiser, pode quebrar o preço das skins a qualquer momento. O jogo é mal otimizado, tem servidores horríveis e cheaters a rodo, o anticheat é uma bosta que não bane nenhum hacker e a empresa lucra cada vez mais, enquanto os jogadores se satisfazem cada vez menos. Não me surpreenderia se em algumas semanas o número de jogadores despencasse depois do que foi feito. Arruinaram um jogo de decadas, e provavelmente a vida de diversas pessoas que fez do hobbie uma fonte de renda.